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	<title>Mr. Zieg | Mr. Zieg</title>
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	<description>O Ponto de Encontro dos Musicais</description>
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		<title>&#8216;Zuzubalândia, o musical&#8217; abre audição para elenco</title>
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		<pubDate>Wed, 22 May 2013 15:52:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lady Verve</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A produtora Maestro Brazil (responsável pelo musical <em>New York New York</em>) abriu audições para atores, cantores e bailarinos para integrar o elenco do espetáculo musical infantil <em>Zuzubalândia.</em> A peça, com direção de <strong>Mariana Caltabiano</strong> e direção musical de <strong>Fabio Gomes de Oliveira</strong>, tem previsão de entrar em cartaz no Teatro das Artes, no shopping Eldorado, em São Paulo, no segundo semestre de 2013.</p>
<p style="text-align: justify;">Os interessados devem ter acima de 18 anos e experíência comprovada em teatro musical. A inscrição é feita até o dia <span style="font-size: medium;">27/05</span> pelo email zuzubalandia@maestrobrazil.com.br e os candidatos devem enviar foto, currículo e um link com gravação (you tube).</p>
<p style="text-align: justify;">Maiores informações<a href="http://iguinho.ig.com.br/zuzu/musical/" target="_blank"> aqui.</a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://mrzieg.com/wp-content/uploads/2013/05/zuzubalandia.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-14972" alt="zuzubalandia" src="http://mrzieg.com/wp-content/uploads/2013/05/zuzubalandia.jpg" width="665" height="525" /></a></p>
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		<title>&#8216;Guys and Dolls&#8217; ganha refilmagem</title>
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		<pubDate>Wed, 22 May 2013 14:12:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mr. Contini</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A 20th Century Fox anunciou nesta semana que refilmará o clássico filme-musical de 1955 <strong>Guys and Dolls</strong>, lançado no Brasil como <strong>Eles e Elas</strong>. De acordo com o <em>Deadline</em>, a produtora já teria em mente a dupla para estrelar o remake: os atores <strong>Channing Tatum</strong> (<em>Magic</em> <em>Mike</em>) e <strong>Joseph Gordon-Levitt</strong> (<em>Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge</em>). Se tudo ocorrer bem com as negociações, os atores interpretariam uma dupla de gangsters dos anos 40  - vivida originalmente nos cinemas por<strong> Frank Sinatra </strong>e<strong> Marlon Brando</strong>.</p>
<div id="attachment_14939" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://mrzieg.com/wp-content/uploads/2013/05/Channing-Tatum-Joseph-Gordon-Levitt-Guys-and-Dolls.jpg"><img class="size-medium wp-image-14939 " alt="Dupla se apresentou no número musical do Oscar deste ano." src="http://mrzieg.com/wp-content/uploads/2013/05/Channing-Tatum-Joseph-Gordon-Levitt-Guys-and-Dolls-300x200.jpg" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Dupla se apresentou no número musical do Oscar deste ano.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Com letra e músicas de <strong>Frank Loesser</strong> (<em>How To Succeed In Business Without Really Trying</em>), o musical estreiou na Broadway em 1950, ganhando o Tony de Melhor Musical, e segue como uma das produções mais remontadas da história do Teatro Musical. A trama conta a história do apostador <em>Sky Masterson</em> que é desafiado a escoltar a missionária do Exército da Salvação, <em>Sarah Brown</em>, em uma viagem até Havana. Entre desencontros e brigas de gangsters, o casal se apaixona.</p>
<p style="text-align: justify;">No filme, a atriz <strong>Vivian Blaine</strong> interpreta a solitária (e gripada) <em>Miss Adelaide</em>, responsável pelo adorável solo &#8216;<em>Adelaide&#8217;s Lament&#8217;</em>. Na época, a atriz disputou o papel com <strong>Marilyn Monroe, Betty Grable </strong>e<strong> Judy Holliday</strong>. Ainda sem diretor ou roteirista contratado, o projeto não tem data de estreia. A produção é da dupla<strong> Craig Zadan </strong>e<strong> Neil Meron</strong>, de <strong>Chicago</strong>.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/_m0yN3j7fLU" height="385" width="615" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>Novidades no elenco de &#8216;Into the Woods&#8217;</title>
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		<pubDate>Tue, 21 May 2013 18:56:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mr. Contini</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A escalação do elenco de <strong>Into the Woods</strong>, adaptação cinematográfica do musical de <strong>Stephen Sondheim</strong>, continua a dar o que falar. Depois de confirmar nomes como <strong>Meryl Streep</strong> e <strong>Johnny Depp</strong>, a <strong>Disney</strong> está sondando os atores <strong>Jake Gyllenhaal</strong> (<em>Príncipe da Persia</em>) e <strong>Chris Pine</strong> (<em>Star Trek</em>) para se juntarem ao musical dirigido por <strong>Rob Marshall</strong> (<em>Nine, Chicago</em>). As informações são do The Hollywood Reporter.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a publicação, <em>Gyllenhaal</em> e <em>Pine</em> estariam sendo cotados para viver príncipes irmãos que se apaixonam, respectivamente, por <em>Cinderella</em> e <em>Rapunzel</em>. Se a trilha do filme contemplar fielmente a do musical, a dupla cantará a cômica e apaixonada <em>Agony</em>. Segundo a site, os atores já teriam se encontrado com o diretor Rob Marshall em audições de canto.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto isso, <em>Johnny Depp e Meryl Streep</em> se preparam para mais um papel musical de suas carreiras. <em>Depp (</em>adicionando mais um Sondheim ao currículo depois de <strong>Sweeney Todd</strong>) viverá o <i>Lobo </i>enquanto Meryl Streep (<em>Mamma Mia!</em>) interpreta a <em>Bruxa</em>, papel imortalizado nos palcos por <strong>Bernadette Peters</strong>. O ator inglês James Corden, vencedor do Tony pela peça <em>One Man, Two Guvnors</em>, também já foi confirmado no elenco para dar vida ao <em>Padeiro</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Composto a partir das teorias apresentadas pelo psicólogo <strong>Bruno Bettelheim</strong> em <em>A Psicanálise nos Contos de Fadas</em>, <em>Into the Woods</em> mistura contos infantis e expande estes universos para tratar de questões como ambição, amor e amadurecimento. Dentre as histórias que se encontram no bosque estão <em>Cinderella</em>, <em>Chapeuzinho Vermelho, Rapunzel </em>e <em>João e o</em> <em>Pé de feijão</em>.</p>
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		<title>A verdadeira idade de Gypsy nem a Ziegpedia sabe&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 13:19:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sir Erik</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A história de <b>Gypsy Rose Lee</b> ficou conhecida nos quatro cantos do mundo através do musical de <strong>Jule Styne</strong> (música), <strong>Stephen Sondheim </strong>(letra) e <strong>Arthur Laurents </strong>(livro), que já teve montagens em diversos países e foi transformado duas vezes em filme (com uma <a href="http://mrzieg.com/2013/02/sondheim-nao-aprova-gypsy-de-barbra-streisand/">terceira montagem</a> em pré-produção). O musical conta a história real de <strong>Ellen June Hovick </strong>e sua mãe, <strong>Rose Hovick</strong>, que fez tudo que pode para levar suas filhas ao estrelato. Rose, sempre que podia, mentia a idade das filhas, acreditando que o talento delas seria mais valorizado se elas fossem mais jovens. Por conta disso, quando surgia a oportunidade, ela tirava uma nova certidão de nascimento das meninas, ou falsificava os documentos originais.</p>
<p style="text-align: justify;">Possivelmente por este motivo, quando a irmã de Gypsy nasceu, Rose deu a ela o mesmo nome da irmã, Ellen June, e rebatizou Gypsy como Rose Louise. E assim Rose (no caso, a mãe) ia dando seu jeito para ter várias certidões de nascimento de forma que nem as próprias filhas tinham certeza absoluta de qual era a sua idade.</p>
<p style="text-align: justify;">Para quem tiver interesse em ver um ato da verdadeira Gypsy, segue uma versão ligeiramente atenuada, mas com direito a um recitativo intelectual, nesta cena do filme <em>Stage Door Canteen</em> de 1943, traduzido no Brasil como <em>Noivas do Tio Sam</em>.</p>
<p style="text-align: justify;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/a-jEKVq38bY" height="385" width="615" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">Esta semana a Ziegpedia escolheu falar um pouco mais sobre a carreira do autor do musical Gypsy, Arthur Laurents:</p>
<div id="attachment_14886" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><a href="http://mrzieg.com/wp-content/uploads/2013/05/Arthur-Laurents.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-14886" alt="Arthur Laurents" src="http://mrzieg.com/wp-content/uploads/2013/05/Arthur-Laurents-150x150.jpg" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text"><em>Arthur Laurents</em></p></div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Arthur Laurents (1917-2011): </strong>O escritor, diretor e roteirista Arthur Levine assumiu o sobrenome artístico Laurents por acreditar que um sobrenome judeu poderia dificultá-lo a conseguir um emprego. Depois de se formar, Laurents começou a escrever para séries transmitidas pelo rádio e em 1945 escreveu sua primeira peça: <em>Home of the Brave</em>, que estreou na Broadway. Depois de escrever mais três peças, ele escreveu o libretto de dois grandes marcos no teatro musical: <em>West Side Story</em> (1957) e <em>Gypsy</em> (1959). Em 1960, estreou como diretor na Broadway, dirigindo a comédia <em>Invitation to a March </em>(1960), de sua autoria. Arthur ajudou a lançar uma então desconhecida <strong>Barbra Streisand</strong> ao estrelato, dirigindo-a no musical <em>I Can Get it for you Wholesale</em> em 1962. Foi indicado ao prêmio Tony 6 vezes, tendo ganhado em 1968, pelo livro do musical <em>Hallelujah, Baby!</em>, e em 1984, pela sua direção de <em>La Cage Aux Folles</em>. Laurents também escreveu dois romances: <em>The Way We Were </em>e <em>The Turning Point</em>. Ambos foram transformados em filmes de sucesso (no Brasil conhecidos como <em>Nosso Amor de Ontem</em> e <em>Momento de Decisão</em>, respectivamente) para os quais ele adaptou o roteiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Caso você queira saber mais sobre Arthur Laurents, leia <a href="http://mrzieg.com/2012/05/um-ano-sem-arthur-laurents/">este excelente artigo</a> de nossa elegantíssima Mme. Brice.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das canções mais divertidas de Gypsy é <em>You Gotta Have a Gimmick</em>, onde <em>Tessie Tura</em>, <em>Mazeppa</em> e <em>Electra</em> explicam a uma inocente Gypsy o que é preciso para ser uma boa stripper. Veja a cena do filme de 1993.</p>
<p style="text-align: justify;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/huxLKPsSyyU" height="385" width="615" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Electra</em> escolheu seu nome de guerra por conta de seu &#8221;truque elétrico&#8221; (mas talvez o fato de Electra também ser o nome de uma princesa na mitologia grega não seja mera coincidência). <em>Mazeppa</em> divide seu nome com o poema sinfônico de <strong>Franz Liszt</strong>, que conta a saga do herói <em>Ivan Mazepa</em> que cavalgou da Polônia até a Ucrânia (vale contar que não obstante ele ter feito essa proeza amarrado, ele também estava nu). E foi no nome da nossa terceira stripper, <em>Tessie Tura</em>, que a Ziegpedia buscou inspiração para o verbete da semana.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tessitura: </strong>No canto, tessitura é o conjunto de notas que um cantor consegue executar sem esforço e sem prejudicar a qualidade do timbre. Enquanto a extensão vocal são todas as notas que um cantor consegue realizar fisicamente, a tessitura abrange somente as notas em que o cantor consegue executar com saúde e qualidade vocal. Numa obra musical, a tessitura corresponde à abrangência das notas de maior frequência.</p>
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		<title>Nos Bastidores de &#8216;Shrek&#8217; em Curitiba</title>
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		<pubDate>Sun, 19 May 2013 21:15:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sir Erik</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Após a temporada no Rio de Janeiro, a versão brasileira de Shrek fez uma curta passagem pelo Paraná antes de seguir para São Paulo. O Teatro Positivo, em Curitiba, por[...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Após a temporada no Rio de Janeiro, a versão brasileira de <em>Shrek</em> fez uma curta passagem pelo Paraná antes de seguir para São Paulo. O Teatro Positivo, em Curitiba, por onde já passaram os musicais <em>Os Produtores</em>, <em>Avenida Q</em> e <em>De Pernas pro Ar</em>, abriu suas portas do dia 15 ao dia 19 de Maio para, desta vez, levar ao público as desventuras do verde ogro, que teve novidades no elenco.</p>
<p><strong>Diego Luri</strong>, <strong>Sara Sarres</strong> e <strong>Marcel Octavio</strong> seguiram interpretando <em>Shrek</em>, <em>Fiona</em> e <em>Lord Farquaad</em>, mas o burro, interpretado por <strong>Rodrigo Sant&#8217;Anna</strong> na temporada do Rio de Janeiro, foi substituído por <strong>Fabricio Negri</strong>, que já era o cover do papel.</p>
<p>O ensemble foi recomposto com a adição de <strong>Marcela Dias</strong> como <em>Elfa Sapateira</em>, <strong>Rodrigo Morura</strong> como um dos <em>Três Porquinhos</em>, <strong>Kaio Borges</strong> como <em>Lobo Mau</em> e <strong>Darwin del Fabro</strong> como <em>Guarda de Duloc</em>. Além destes personagens eles também se desdobram em vários outros papéis como o coro de ratos sapateadores que acompanham <em>Fiona</em> durante a canção <em>Morning Person</em>.</p>
<p>O espetáculo segue com as mesmas marcações da estréia do Rio de Janeiro, mas como é comum acontecer em espetáculos de comédia, alguns improvisos acabam virando marca deixando a peça mais divertida a cada apresentação. Este é o caso da cena do casamento entre a <em>Princesa Fiona</em> e <em>Lord Farquaad</em>, que se tornou um dos momentos mais engraçados da peça, principalmente por conta da interpretação de <strong>Renan Mattos</strong> como um &#8220;padre maravilhoso com direito a peruca Chanel, maquiagem e tal&#8221; como ele mesmo anuncia numa cena anterior.</p>
<p>Veja acima algumas fotos dos bastidores e da apresentação do último Sábado (18).</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Musical &#8216;Os Boêmios de Adoniran&#8217; canta os tipos de São Paulo</title>
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		<pubDate>Sat, 18 May 2013 17:13:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lady Verve</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Após receber a carta de um velho amigo,  João retorna depois de 30 anos à rua em que morou quando era jovem. Ao chegar à rua Aurora, encontra Jacó um[...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Após receber a carta de um velho amigo,  <em>João</em> retorna depois de 30 anos à rua em que morou quando era jovem. Ao chegar à rua Aurora, encontra <em>Jacó</em> um velho turco que sempre morou ali, e os dois relembram histórias do passado onde a música, o modo de vida simples e a boemia paulistana estavam sempre presentes.  Este encontro nostálgico é o mote de <em>Os Boêmios de Adoniran,</em>  premiado musical da Companhia de Teatro Interiorando, que volta ao cartaz no Teatro da APCD, em São Paulo, após três temporadas de sucesso desde 2010.</p>
<p style="text-align: justify;">Como o título indica, a viagem nostálgica pela São Paulo de antigamente é guiada pelas composições de <strong>Adoniran Barbosa</strong>, símbolo máximo do samba paulistano. Com texto de<strong> Juliana Lucilha</strong>, direção musical de <strong>Thiago Henrique</strong>, direção geral de direção de <strong>Milton Machado,</strong> elenco de 11 atores-cantores-bailarinos e uma banda ao vivo, o espetáculo traz clássicos como <em>Saudosa Maloca, Trem das Onze, Tiro ao Álvaro</em> e, claro, o <em>Samba do Arnesto</em>, entre muitos outros sambas que são a cara (e o coração) da cidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Confira um vídeo com cenas do espetáculo:</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/Likph9yXG18" height="385" width="615" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Os Boêmios de Adoniran</em> fica em cartaz aos sábados e domingos, no Teatro da APCD, em Santana, até o dia 16 de junho.</p>
<p style="text-align: justify;">Serviço: <em>Os Boêmios de Adoniran</em></p>
<p style="text-align: justify;">Teatro da APCD &#8211; rua Voluntários da Pátria, 547 – Santana (Próximo ao metrô   Tietê) &#8211; Sábados às 21h, domingos às 19h. Até 16 de junho.</p>
<p style="text-align: justify;">Fotos: divulgação</p>
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		<title>Zieg Viu: &#8220;A Princesinha&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 17:38:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Madame Brice</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_14824" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://mrzieg.com/wp-content/uploads/2013/05/DSC_6766.jpg"><img class="size-medium wp-image-14824" alt="Ram Dass (Leonardo Miggiorin) em A Princesinha" src="http://mrzieg.com/wp-content/uploads/2013/05/DSC_6766-300x199.jpg" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Ram Dass (Leonardo Miggiorin) em A Princesinha</p></div>
<p style="text-align: justify;">Nesse último domingo, dia 12 de maio, estreou em São Paulo o musical <em>A Princesinha</em>, uma produção nacional com canções inéditas que fez temporada em Campos do Jordão (SP) do final do ano passado ao começo desse ano. O projeto reúne em cena atores veteranos e 32 crianças da <strong>Fundação Lia Maria Aguiar</strong>, criada em 2008 também na mesma região.</p>
<p style="text-align: justify;">A novela literária de <strong>Frances Hodgson Burnett</strong> de 1905 é uma reedição das histórias da pequena <em>Sara Crewe</em> publicadas em 1888 por uma revista americana infantil e serviu de base para o dramaturgo <strong>Rafael de Castro</strong>, cuja adaptação é primorosa na captação de um conto de fadas mais profundo e humanizado. Mas são as canções de <strong>Thiago Gimenes</strong>, que também assina a direção musical e a co-direção cênica, ao lado da coreógrafa <strong>Keila Fuke</strong>, que pontuam toda a originalidade da obra, previsível como toda fábula, mas surpreendente na concepção trazida pela produção nacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Tudo é grande em <em>A Princesinha</em>, desde o perfil clássico da obra aos cenários exuberantes de <strong>Duda Arruk</strong>. Os glamourosos figurinos são assinados por <strong>Carol Lobato</strong>, figurinista bastante requisitada nas produções de <strong>Möeller &amp; Botelho</strong>, e a conta passa das 120 peças, transportando o público entre a colorida e exótica Índia e a cinza e clássica Londres. A iluminação, outro forte ponto do musical, é do famoso <strong>Paulo César Medeiros</strong>, e contribui fortemente para os grandes efeitos especiais, como uma forte chuva que determina o momento de virada dramática da trama. A produção é assinada por <strong>Leonardo Faé</strong>, que vem há 2 anos desenvolvendo projetos culturais com a Fundação Lia Maria Aguiar. Na equipe técnica, 70 profissionais garantem o bom funcionamento da gigante produção.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>FUNDAÇÃO LIA MARIA AGUIAR</strong></p>
<div id="attachment_14825" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://mrzieg.com/wp-content/uploads/2013/05/DSC_6317.jpg"><img class="size-medium wp-image-14825" alt="As crianças da Fundação Lia Maria Aguiar em cena" src="http://mrzieg.com/wp-content/uploads/2013/05/DSC_6317-300x163.jpg" width="300" height="163" /></a><p class="wp-caption-text">As crianças da Fundação Lia Maria Aguiar em cena</p></div>
<p style="text-align: justify;">Fundada em 2008 na cidade turística de Campos do Jordão, a Fundação Lia Maria Aguiar atende cerca de 600 jovens, promovendo a inclusão socioeconômica, educacional e cultural de famílias de baixa renda da região da Serra da Mantiqueira. Os projetos promovidos pela fundação apostam fortemente no estudo da dança, da música e do teatro musical. Todos os anos, a fundação promove na cidade o <em>Natal dos Sonhos</em>, evento que une apresentações de artistas consagrados e os novos artistas formados pela fundação.</p>
<p style="text-align: justify;">Sem vínculos com qualquer organização pública ou privada e sem fins lucrativos, a Fundação Lia Maria Aguiar também investe em ações de distribuição de brinquedos e alimentos a instituições beneficentes e famílias de baixo poder aquisitivo. É a arrecadação de bilheteria dos eventos culturais promovidos pela fundação que mantém o generoso projeto.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o grupo de teatro musical, 90 jovens com idades entre 08 e 21 anos descobrem seu potencial artístico, superam limites e aprendem todas as funções do gênero com uma invejável disciplina e comprometimento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O MUSICAL</strong></p>
<div id="attachment_14826" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://mrzieg.com/wp-content/uploads/2013/05/DSC7631.jpg"><img class="size-medium wp-image-14826" alt="Mara Carvalho é Srta. Minchin" src="http://mrzieg.com/wp-content/uploads/2013/05/DSC7631-300x199.jpg" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Mara Carvalho é Srta. Minchin</p></div>
<p style="text-align: justify;">Alertando sobre valores como amizade, lealdade, fé, superação de dificuldades e todas as formas de amor, <em>A Princesinha</em> conta a história da pequena <em>Sara Crewe</em> (<strong>Maria Tereza Prezoto</strong>/<strong>Juliana Ferreira</strong>), filha do <em>Capitão Crewe</em> (<strong>Juan Alba</strong>), que, apesar de pertencer à alta sociedade, resolve explorar minas de diamantes para aumentar sua fortuna após o fim da 1ª Guerra Mundial. Para que possa seguir com a expedição, o capitão deixa a Índia e leva a filha para um tradicional internato de Londres, dirigido pela tirânica <em>Senhorita Minchin</em> (<strong>Mara Carvalho</strong>) e sua irmã, a <em>Senhorita Amélia</em> (<strong>Cris Ferri</strong>). No internato, <em>Sara</em> conquista todas as outras garotas com sua histórias fabulosas e que descrevem milagres, sendo aclamada como princesa, para o desgosto de <em>Lavínia</em> (<strong>Fernanda Reis</strong>), a garota invejosa do internato, e <em>Minchin</em>, que se revela ainda mais cruel quando a menina recebe a notícia de que o pai está morto e passa a dividir o sótão ao lado da também órfã <em>Becky</em> (<strong>Isadora Nunes</strong>).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Kiara Sasso</strong> faz uma participação especial como <em>Maya</em>, espécie de anjo que zela e protege <em>Sara</em>, estabelecendo relação maternal com a menina. <strong>Leonardo Miggiorin</strong> é <em>Ram Dass</em>, o sábio e bondoso narrador da história. O veterano <strong>Rodrigo Miallaret</strong> também faz uma participação especial como o advogado do <em>Capitão Crewe</em> e <em>Tom Carrisford</em>, um vizinho do internato.</p>
<div id="attachment_14828" class="wp-caption alignright" style="width: 138px"><a href="http://mrzieg.com/wp-content/uploads/2013/05/192844_256498821046782_14935_o.jpg"><img class=" wp-image-14828  " alt="O compositor e diretor musical Thiago Gimenes" src="http://mrzieg.com/wp-content/uploads/2013/05/192844_256498821046782_14935_o-200x300.jpg" width="128" height="192" /></a><p class="wp-caption-text">O compositor e diretor musical Thiago Gimenes</p></div>
<p style="text-align: justify;">Com 18 números musicais compostos exclusivamente para essa produção, o diretor musical, pianista, compositor e maestro <strong>Thiago Gimenes</strong> explicou ao Mr. Zieg como nasceu o projeto e como foi o processo de composição da trilha nacional, que rendeu até um CD, com renda de vendagem também revertida para apoiar futuros projetos da fundação: &#8216;<em>Como o número de meninas no projeto é bastante superior ao de meninos, buscamos um texto que pudesse acomodar essas crianças. Eu já conhecia o trabalho da Frances Hodgson Burnett e o Léo</em> (Leonardo Faé, produtor)<em> lembrou-se do filme. Então, fomos atrás do texto e do livro e pedimos para o Rafael de Castro fazer a adaptação. Com o texto adaptado, eu comecei a fazer a composição das músicas, dividindo cena por cena e entendendo qual seria a defesa de cada um desses personagens, como nós conseguiríamos contar essa história através da visão de cada um desses personagens. O tempo de composição foi de três meses, para que gravássemos o CD e ele ficasse pronto um mês antes de nossa estréia em Campos do Jordão para mandar para a prensagem. Depois que os atores principais chegaram, eu adaptei as composições à criação feita por eles em cima de seus respectivos personagens e seus respectivos registros vocais. Como estamos falando de Oriente e Ocidente, usei isso também nas composições. Tudo o que é mais vivo e alegre vem da parte da Índia, remetendo a um som mais oriental. E tudo o que é mais triste, a parte mais difícil da personagem central foi representada por melodias mais dramáticas e com uma pegada rock&#8217;n roll, remetendo a Londres cinza em que a história circula. Mas a brasilidade do som também foi explorada, afinal a obra é toda cantada em português.</em>&#8216;</p>
<div id="attachment_14863" class="wp-caption alignleft" style="width: 143px"><a href="http://mrzieg.com/wp-content/uploads/2013/05/8148_480756628625432_1416478036_n.jpg"><img class=" wp-image-14863  " alt="A coreógrafa e diretora cênica Keila Fuke" src="http://mrzieg.com/wp-content/uploads/2013/05/8148_480756628625432_1416478036_n-237x300.jpg" width="133" height="168" /></a><p class="wp-caption-text">A coreógrafa e diretora cênica Keila Fuke</p></div>
<p style="text-align: justify;">Segundo a coreógrafa <strong>Keila Fuke</strong>, todas as crianças do projeto foram testadas para os papéis principais. Para a montagem de Campos do Jordão, foram feitos dois elencos, com covers e swings para todos os personagens e, para São Paulo, a produção escolheu os atores mais disciplinados da temporada anterior para garantir o sucesso e domar a pressão de estar longe de casa. As crianças viajarão todo final de semana para São Paulo e voltam para Campos do Jordão no domingo à noite, pois tem escola durante a semana.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra mudança importante da temporada paulistana é a readaptação. Na montagem anterior, eram 3 gerações de crianças fazendo cada um dos papéis destacados. Agora, apenas duas gerações contam a história, que ficou mais enxuta e ágil para a temporada na capital. O elenco formado por 32 crianças e jovens, 6 atores veteranos, 10 músicos e 8 pit singers parece mesmo escolhido a dedo para dar corpo à história.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>OUTRAS PRODUÇÕES</strong></p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com Thiago Gimenes &#8216;<em>com o crescimento dos musicais, nós precisamos descobrir e explorar nossa identidade </em><em>no gênero</em>&#8216; e é por isso que outras produções devem seguir a trajetória de <em>A Princesinha</em>.</p>
<div id="attachment_14864" class="wp-caption aligncenter" style="width: 210px"><a href="http://mrzieg.com/wp-content/uploads/2013/05/mouramag.jpg"><img class="size-full wp-image-14864" alt="A fundadora Lia Maria Aguiar" src="http://mrzieg.com/wp-content/uploads/2013/05/mouramag.jpg" width="200" height="261" /></a><p class="wp-caption-text">A fundadora Lia Maria Aguiar</p></div>
<p style="text-align: justify;">Ainda esse ano, estréia <em>Uma Luz Cor de Luar</em>, repetindo o sucesso da aliança entre atores veteranos e as crianças da Fundação Lia Maria Aguiar. Com composições exclusivas, o musical, também escrito pelo dramaturgo Rafael de Castro, conta a história de uma ilha onde só habitam pássaros e um único casal de seres humanos. No cenário, uma árvore gigante promete encher os olhos do público. A produção estréia em dezembro de 2013 em Campos do Jordão.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas as produções originais não param por aí. Gimenes adianta que estão no forno as produções de <em>Gangues</em> (com direção de <strong>Hudson Glauber</strong>) e <em>Rua 46</em> (que mistura bossa nova ao teatro musical), além da temporada de <em>Enlace</em> no Rio de Janeiro e <em>Uma Luz Cor de Luar</em> em Campos do Jordão.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>REPERCUSSÃO DO TEXTO DE BURNETT</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Além da produção nacional, o texto de Frances Hodgson Burnett foi usado como base para três filmes, duas minisséries exibidas pela TV e um musical, com músicas de <strong>Andrew Lippa</strong> e letras de <strong>Brian Crawley</strong>.</p>
<div id="attachment_14829" class="wp-caption alignleft" style="width: 139px"><a href="http://mrzieg.com/wp-content/uploads/2013/05/Shirley-Temple-in-The-Little-Princess-shirley-temple-5860109-250-367.jpg"><img class=" wp-image-14829  " alt="Shirley Temple em A Princesinha de 1939" src="http://mrzieg.com/wp-content/uploads/2013/05/Shirley-Temple-in-The-Little-Princess-shirley-temple-5860109-250-367-204x300.jpg" width="129" height="189" /></a><p class="wp-caption-text">Shirley Temple em A Princesinha de 1939</p></div>
<p style="text-align: justify;">O primeiro filme, lançado em 1917, é silencioso, vide que apenas dez anos depois o cinema ganharia som com o clássico musical <em>The Jazz Singer</em>, estrelado por <strong>Al Jolson</strong> e sua emblemática <em>blackface</em>. O segundo filme, lançado em 1939, traz no papel principal a criança mais famosa do cinema americano <strong>Shirley Temple</strong> (ainda viva!) e marca o último filme da estrela em sua fase mirim. O terceiro filme, lançado em 1995, fez pouco sucesso de bilheteria, mas foi aclamado pela crítica e inclusive recebeu duas indicações ao Oscar de 1996.</p>
<p style="text-align: justify;">Ambas minisséries, exibidas em 1973 e 1986 pela BBC e PBS respectivamente, foram muito fiéis à obra de Burnett e contavam a história da pequena <em>Sara Crewe</em> em 6 episódios. A versão de 1986 chegou a ser lançada em VHS e DVD. As duas versões para a TV contabilizaram grandes índices de audiência para suas épocas.</p>
<p style="text-align: justify;">Já o musical de Lippa, nunca chegou à Broadway e foi recebido pelos críticos como melódico, com grandes números de dança e boa produção, mas apontado como confuso na concepção dos personagens, que foi considerada rasa. Críticos descreveram o musical como &#8216;muita coisa acontecendo ao mesmo tempo, desfocando a história do personagem central&#8217;. A trilha da produção foi lançada em 2010.</p>
<p style="text-align: justify;">Confira uma galeria exclusiva de fotos da produção nacional. Fotos de <strong>Caio Gallucci</strong>.</p>

<a href='http://mrzieg.com/2013/05/zieg-viu-a-princesinha/dsc_6799/' title=''><img width="150" height="150" src="http://mrzieg.com/wp-content/uploads/2013/05/DSC_6799-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Até um número de sapateado faz presença marcante no espetáculo" /></a>
<a href='http://mrzieg.com/2013/05/zieg-viu-a-princesinha/dsc_6766-2/' title=''><img width="150" height="150" src="http://mrzieg.com/wp-content/uploads/2013/05/DSC_67661-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Ram Dass é o narrador da história" /></a>
<a href='http://mrzieg.com/2013/05/zieg-viu-a-princesinha/dsc_6739/' title=''><img width="150" height="150" src="http://mrzieg.com/wp-content/uploads/2013/05/DSC_6739-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="&#039;Mais Amélia&#039; é um dos números mais aplaudidos do musical" /></a>
<a href='http://mrzieg.com/2013/05/zieg-viu-a-princesinha/dsc_6692/' title=''><img width="150" height="150" src="http://mrzieg.com/wp-content/uploads/2013/05/DSC_6692-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Vinícius Roberto e Paloma Prado" /></a>
<a href='http://mrzieg.com/2013/05/zieg-viu-a-princesinha/dsc_6655/' title=''><img width="150" height="150" src="http://mrzieg.com/wp-content/uploads/2013/05/DSC_6655-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Elenco da Fundação Lia Maria Aguiar" /></a>
<a href='http://mrzieg.com/2013/05/zieg-viu-a-princesinha/dsc_6618/' title=''><img width="150" height="150" src="http://mrzieg.com/wp-content/uploads/2013/05/DSC_6618-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Rodrigo Miallaret e Leonardo Miggiorin" /></a>
<a href='http://mrzieg.com/2013/05/zieg-viu-a-princesinha/dsc_6578/' title=''><img width="150" height="150" src="http://mrzieg.com/wp-content/uploads/2013/05/DSC_6578-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Juliana Ferreira, Fernanda Reis e Elenco da Fundação Lia Maria Aguiar" /></a>
<a href='http://mrzieg.com/2013/05/zieg-viu-a-princesinha/dsc_6531/' title=''><img width="150" height="150" src="http://mrzieg.com/wp-content/uploads/2013/05/DSC_6531-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Cris Ferri, Mara Carvalho e Elenco da Fundação Lia Maria Aguiar" /></a>
<a href='http://mrzieg.com/2013/05/zieg-viu-a-princesinha/dsc_6479/' title=''><img width="150" height="150" src="http://mrzieg.com/wp-content/uploads/2013/05/DSC_6479-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Juliana Ferreira e Elenco da Fundação Lia Maria Aguiar" /></a>
<a href='http://mrzieg.com/2013/05/zieg-viu-a-princesinha/dsc_6450/' title=''><img width="150" height="150" src="http://mrzieg.com/wp-content/uploads/2013/05/DSC_6450-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Rodrigo Miallaret e Mara Carvalho" /></a>
<a href='http://mrzieg.com/2013/05/zieg-viu-a-princesinha/dsc_6435/' title=''><img width="150" height="150" src="http://mrzieg.com/wp-content/uploads/2013/05/DSC_6435-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Mara Carvalho e Elenco da Fundação Lia Maria Aguiar" /></a>
<a href='http://mrzieg.com/2013/05/zieg-viu-a-princesinha/dsc_6416/' title=''><img width="150" height="150" src="http://mrzieg.com/wp-content/uploads/2013/05/DSC_6416-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Emengarda e Sara" /></a>
<a href='http://mrzieg.com/2013/05/zieg-viu-a-princesinha/dsc_6289/' title=''><img width="150" height="150" src="http://mrzieg.com/wp-content/uploads/2013/05/DSC_6289-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Elenco da Fundação Lia Maria Aguiar" /></a>
<a href='http://mrzieg.com/2013/05/zieg-viu-a-princesinha/dsc_6357/' title=''><img width="150" height="150" src="http://mrzieg.com/wp-content/uploads/2013/05/DSC_6357-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Elenco da Fundação Lia Maria Aguiar" /></a>
<a href='http://mrzieg.com/2013/05/zieg-viu-a-princesinha/_dsc7773/' title=''><img width="150" height="150" src="http://mrzieg.com/wp-content/uploads/2013/05/DSC7773-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Juan Alba e Leonardo Miggiorin" /></a>
<a href='http://mrzieg.com/2013/05/zieg-viu-a-princesinha/_dsc7727/' title=''><img width="150" height="150" src="http://mrzieg.com/wp-content/uploads/2013/05/DSC7727-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Paloma Prado e Vinícius Roberto" /></a>
<a href='http://mrzieg.com/2013/05/zieg-viu-a-princesinha/_dsc7717/' title=''><img width="150" height="150" src="http://mrzieg.com/wp-content/uploads/2013/05/DSC7717-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Leonardo Miggiorin" /></a>
<a href='http://mrzieg.com/2013/05/zieg-viu-a-princesinha/_dsc7514/' title=''><img width="150" height="150" src="http://mrzieg.com/wp-content/uploads/2013/05/DSC7514-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Juliana Ferreira" /></a>
<a href='http://mrzieg.com/2013/05/zieg-viu-a-princesinha/_dsc7403-2/' title=''><img width="150" height="150" src="http://mrzieg.com/wp-content/uploads/2013/05/DSC74031-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Kiara Sasso" /></a>
<a href='http://mrzieg.com/2013/05/zieg-viu-a-princesinha/_dsc7392/' title=''><img width="150" height="150" src="http://mrzieg.com/wp-content/uploads/2013/05/DSC7392-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Kiara Sasso" /></a>
<a href='http://mrzieg.com/2013/05/zieg-viu-a-princesinha/_dsc7382/' title=''><img width="150" height="150" src="http://mrzieg.com/wp-content/uploads/2013/05/DSC7382-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Leonardo Miggiorin" /></a>
<a href='http://mrzieg.com/2013/05/zieg-viu-a-princesinha/_dsc7363/' title=''><img width="150" height="150" src="http://mrzieg.com/wp-content/uploads/2013/05/DSC7363-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="A chuva é um dos efeitos de A Princesinha" /></a>
<a href='http://mrzieg.com/2013/05/zieg-viu-a-princesinha/_dsc7349/' title=''><img width="150" height="150" src="http://mrzieg.com/wp-content/uploads/2013/05/DSC7349-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Juliana Ferreira é Sara Crewe" /></a>
<a href='http://mrzieg.com/2013/05/zieg-viu-a-princesinha/_dsc7128/' title=''><img width="150" height="150" src="http://mrzieg.com/wp-content/uploads/2013/05/DSC7128-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Juan Alba (Capitão Crewe) e Maria Tereza Prezoto (Sara Crewe)" /></a>
<a href='http://mrzieg.com/2013/05/zieg-viu-a-princesinha/_dsc7066/' title=''><img width="150" height="150" src="http://mrzieg.com/wp-content/uploads/2013/05/DSC7066-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Kiara Sasso é Maya" /></a>
<a href='http://mrzieg.com/2013/05/zieg-viu-a-princesinha/_dsc7003/' title=''><img width="150" height="150" src="http://mrzieg.com/wp-content/uploads/2013/05/DSC7003-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Leonardo Miggiorin é Ram Dass" /></a>
<a href='http://mrzieg.com/2013/05/zieg-viu-a-princesinha/_dsc6985/' title=''><img width="150" height="150" src="http://mrzieg.com/wp-content/uploads/2013/05/DSC6985-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="A Princesinha" /></a>

<p style="text-align: justify;"><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>A Princesinha</em> fica em cartaz até 28 de julho aos sábados e domingos às 16h no Teatro Anhembi Morumbi.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais informações, acesse <a title="A Princesinha (Site Oficial)" href="http://www.aprincesinha.com" target="_blank">AQUI</a> o site oficial da produção.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Zieg Veredito:</strong> Recomendadíssimo. Vale mais do que a pena levar toda a família. E guardem os nomes de <strong>Juliana Ferreira</strong> e <strong>Fernanda Reis</strong>, artistas jovens, mas com um nato talento que as garantirá uma longa e sólida carreira no teatro musical brasileiro.</p>
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		<title>‘Rapsódia’: os bastidores de uma estreia</title>
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		<pubDate>Thu, 16 May 2013 13:25:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mr. Hinnes</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span>O Teatro Solar de Botafogo abriu suas  portas para estréia de <i>Rapsódia – O Musical</i>, nessa ultima sexta-feira, dia 10 de maio. O Mr.Zieg invadiu o camarim e o palco, para acompanhar os últimos preparativos do musical.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span>Correria de um lado, aquecimento vocal de outro, entrevista para um programa de televisão. Isso tudo faltando apenas uma hora e quinze para começar o espetáculo. O texto de <strong>Mauricio Alves</strong>, além de ser um suspense, localiza a história nos anos 20, portanto a caracterização e figurinos são fundamentais e levam tempo. E enquanto alguns atores vão se maquiar, outros vão para o palco fazer as últimas marcações de luz. Microfones de lapela colocados, tensão nos rostos e frio na barriga. A atriz e produtora <strong>Julia Morganti </strong>se divide entre as várias funções, buscando um espaço pra respirar e se concentrar na sua personagem. O saguão começa a encher de convidados, o elenco vai passar o som e cantar as músicas compostas por <strong>Sarah Benchimol</strong><b>. </b>Da cabine de som, a diretora <strong>Liane Maya</strong> faz as últimas considerações técnicas e orientações. Os contra-regras finalizam os últimos detalhes do cenário,objetos de cena e a banda está pronta para dar os primeiros acordes da noite. A cortina fecha, os atores voltam para o camarim e a porta se abre para o público entrar. Com muita garra e suor no rosto, a “cidade dos sonhos”, Rapsódia,  finalmente se prepara pra ganhar vida.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span>Esta foi a rotina de uma estreia que, graças aos Deuses do teatro, teve casa lotada. O musical<em style="font-size: 13px;"> </em>fica em cartaz até 30 de junho e é mais uma produção que nasceu de forma independente, apostando numa dramaturgia e canções originais. A encenação, além de fugir de um padrão de &#8220;musical brasileiro&#8221; do qual estamos acostumados, investe numa linguagem expressionista e mistura vários elementos para contar essa história, inclusive o cinema.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span>Veja quem é quem em <em>Rapsódia</em>:</span></p>
<p><strong>André Rayol</strong> &#8211; <em>Jeremias</em><br />
<strong>Rose Brant </strong>- <em>Elisabete</em><br />
<strong>Gabriel Leone </strong>- <em>Patrio</em><br />
<strong>Juliana Duarte</strong> &#8211; <em>Manoela</em><br />
<strong>Julia Morganti </strong>- <em>Catarina</em><br />
<strong>Mauricio Alves </strong>- <em>Coné  </em><br />
<strong>Tomas Quaresma </strong>- <em>Brigite </em><br />
<strong>Carmen Costa</strong> &#8211; <em>Madame</em><br />
<strong>Isabel Chavarri </strong>- <em>Rubi </em><br />
Ensemble:</p>
<p><strong>Anna Mendes</strong><br />
<strong> Carol Fernandes</strong><br />
<strong> Bruna Caenazzo</strong><br />
<strong> Guilherme Guimarães</strong><br />
<strong> Eric Paixão</strong><br />
<strong> Ricardo Knupp</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Crédito das fotos:  <strong>Stela Celano. </strong></p>
<p> <strong>Serviço:</strong></p>
<p>Rapsódia &#8211; O Musical<br />
De 10 de Maio a 30 de Junho<br />
Local: Teatro Solar de Botafogo &#8211; Rua General Polidoro, 180 &#8211; Botafogo<br />
Horários: Sextas e sábados às 21h30 e domingos às 20h30<br />
Preço: R$ 60,00 e R$ 30,00 (1/2)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Os 10 melhores solos masculinos da década de 50</title>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 20:50:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Madame Brice</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pois bem, Ziegs! Estamos de volta com as nossas listas dos melhores solos masculinos, femininos e duetos década a década. E nenhuma década poderia ser mais generosa para a História[...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Pois bem, Ziegs! Estamos de volta com as nossas listas dos melhores solos masculinos, femininos e duetos década a década. E nenhuma década poderia ser mais generosa para a História do Teatro Musical do que a década de 1950! O auge do teatro musical, a <strong>Era de Ouro da Broadway</strong>!</p>
<p style="text-align: justify;">É na década de 1950 que encontraremos não apenas os musicais mais conceituados e inspiradores, mas também a afirmação do gênero, que tomou de vez o caminho dos palcos para as telas de cinema!</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, liguem o volume no máximo, fechem os olhos e desfrutem da viagem pelos anos dourados do teatro musical. Sem moderação!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>10. <em>I Still See Elisa</em> e <em>Wand&#8217;rin Star</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Paint Your Wagon</em> (1951)</p>
<p style="text-align: justify;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/rD-snGuxxj4" height="385" width="615" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/kmHn1Gg-guk" height="385" width="615" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/xnbiRDNaDeo" height="385" width="615" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">Abrindo a nossa lista quase impossível, o musical da duplíssima Lerner &amp; Loewe (<strong>Alan J. Lerner</strong> e <strong>Frederick Loewe</strong>): <em>Paint Your Wagon</em>. O musical aborda a Corrida do Ouro no estado da Califórnia e tem como protagonista um velho mineiro de nome <em>Ben Rumson</em>, que assume a terra e a batiza com o seu sobrenome: Rumson. Polêmico, o musical aborda a avareza humana, o preconceito contra imigrantes e a discriminação contra a mulher, que é produto de compra e venda entre os homens. Apesar de o musical não ter recebido boas críticas e nem ter feito sucesso na época de seu lançamento na Broadway, uma versão para o West End em 1953 foi mais bem sucedida. As canções tornaram-se standards, principalmente no Reino Unido e a obra ganhou as telas do cinema em 1969. <strong>Lee Marvin</strong>, o mais famoso ator de filmes de faroeste, protagonizou a versão como o velho <em>Ben</em> ao lado de<strong> Clint Eastwood</strong>, que assumiu o papel do americano <em>Pardner</em> (o mexicano <em>Julio</em> na produção original para os palcos). O roteiro para o cinema foi praticamente todo modificado. No musical, é o próprio <em>Ben</em> quem canta <em>I Still See Elisa</em>, pensando na morte de sua esposa. Nos vídeos, Clint Eastwood e Lee Marvin da produção cinematográfica de 1969, e <strong>Robert Goulet</strong>, num especial para a TV intitulado <em>The Broadway Of Lerner and Loewe</em>, exibido em 1962.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>9.  <em>Joey, Joey, Joey</em> e <em>Mamma, Mamma</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>The Most Happy Fella</em> (1956)</p>
<p style="text-align: justify;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/A7Tjs68fDw8" height="385" width="615" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/E-w8BvjhJNc" height="385" width="615" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de ser mais conhecido por <em>Guys &amp; Dolls</em> e <em>How To Succeed In Business Without Really Trying</em> (<em>Como Vencer na Vida Sem Fazer Força</em>, atualmente em cartaz no Rio de Janeiro com direção de <strong>Charles Möeller</strong> e <strong>Cláudio Botelho</strong>), <strong>Frank Loesser</strong> ofereceu ao teatro musical o longo, mas impecável <em>The Most Happy Fella</em>. Com uma estréia de sucesso na Broadway (a produção original ficou mais de um ano em cartaz), o musical ganhou dezenas de produções desde sua criação, incluindo 3 revivals na Broadway (um deles apenas dois anos após o encerramento da temporada original), uma produção no West End, um especial para a TV e uma produção especial pela New York City Opera em 2006, já que a obra sempre foi avaliada como operística. Baseada na peça <em>They Knew What They Wanted</em> de <strong>Sidney Howard</strong>, a trama aborda em 3 atos o affair por correio que já dura 4 meses entre o velho <em>Tony Esposito</em>, um italiano que cultiva uvas na região de Napa County e a jovem <em>Rosabella</em>, uma garçonete de São Francisco. <em>Tony</em> recebe pelo correio uma foto da amada, que pede uma foto sua em troca. Então, <em>Tony</em> pede que <em>Joe</em>, um jovem e belo trabalhador de sua fazenda, lhe dê uma foto sua. Instaura-se assim um triângulo amoroso, quando <em>Rosabella</em> chega a Napa County para conhecer o amado. No primeiro vídeo, <strong>Seth MacFarlane</strong> para o especial <em>BBC Proms</em> de 2012. No segundo vídeo, <strong>Giorgio Tozzi</strong>, protagonista do revival de 1979, que foi filmado e exibido em 1980 pela rede americana PBS.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>8. <em>Many Moons Ago</em> e <em>Very Soft Shoes</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Once Upon A Mattress</em> (1959)</p>
<p style="text-align: justify;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/FNtWpEGhpmg" height="385" width="615" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/8gnU2EOIpgc" height="385" width="615" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">A comédia musical de <strong>Jay Thompson</strong> e <strong>Dean Fuller</strong>, com música de <strong>Mary Rodgers</strong> e letras de <strong>Marshall Barer</strong> traz uma receita quase infalível para o teatro musical: Um conto de fadas bastante cômico e absurdo com músicas hilárias e melodias que grudam na cabeça do espectador. Baseado no conto de <strong>Hans Christian Andersen</strong> <em>The Princess and the Pea</em> (A Princesa e a Ervilha), o musical garantiu todo o tipo de crítica em sua estréia, mas tornou-se instantaneamente um sucesso de popularidade. Sua trama leve, gostosa e com final feliz, como devem ser todos os contos de fadas, fez com que o musical fizesse a travessia do circuito Off-Broadway para o circuito On Broadway e desencadeasse uma produção no West End, uma turnê americana, um revival em 1996 e não apenas um, mas três especiais para a TV americana, todos com registros altíssimos de audiência. No primeiro vídeo, <strong>Harry Snow</strong>, o <em>Minstrel</em> da produção original do musical. No segundo vídeo, <strong>David Hibbard</strong>, o <em>Jester</em> do Revival de 1996.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>7. <em>A Puzzlement</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>The King And I</em> (1951)</p>
<p style="text-align: justify;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/nOd09a176T4" height="385" width="615" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">Clássico de<strong> Richard</strong> <strong>Rodgers </strong>&amp;<strong> Oscar Hammerstein II</strong>, <em>The King And I</em> é baseado na novela literária de <strong>Margaret Landon</strong> <em>Anna and the King of Siam</em>, que narra a história da mulher empregada como tutora dos filhos do Rei Mongkut de Sião na década de 1860. Contratada por ele na tentativa de modernizar o próprio país, <em>Anna</em> estabelece uma relação de conflito e amor com o Rei e é essa grande história de amor, descoberta e respeito que dominou as críticas desde sua estréia. A produção original ficou três anos em cartaz e foi marcada como o último trabalho de <strong>Gertrude Lawrence</strong>, já bastante debilitada. A atriz morreu cerca de um ano e meio depois da estréia, sendo internada após desmaiar entre uma sessão e outra do espetáculo e falecendo alguns dias depois com o diagnóstico de câncer no fígado. <strong>Yul Brynner</strong>, ator que, assim como Lawrence ganhou o Tony, prêmio máximo do teatro americano, deu vida ao Rei em outras quatro produções além da original: no filme de 1956, no revival da Broadway de 1977 (quando finalmente acreditou estar na idade ideal para o personagem), no revival britânico de 1979 e no revival da Broadway de 1985, mesmo ano em que recebeu um Tony honorário e veio a falecer, depois de completar cerca de 4300 apresentações como o <em>Rei de Sião</em>. No mesmo dia em que Brynner celebrou sua quadragésima apresentação, ele foi diagnosticado com câncer de pulmão em estado avançado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>6.  <em>The Sadder But Wiser Girl</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>The Music Man</em> (1957)</p>
<p style="text-align: justify;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/PujvRmxvtao" height="385" width="615" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">Talvez a mais típica comédia americana da Era de Ouro da Broadway, <em>The Music Man</em> merece as inúmeras remontagens amadoras e profissionais que se seguiram após sua estréia oficial em 1957. O musical de <strong>Meredith Wilson</strong> ganhou ainda dois revivals na Broadway, uma produção no West End, um filme em 1962 e um especial para TV em 2003. A trama previsível traz um vigarista que aplica golpes em pequenas cidades, prometendo formar uma banda musical de jovens garotos e vendendo instrumentos e uniformes, para depois fugir com o dinheiro pago pelos pais, antes mesmo de ensinar uma única nota aos integrantes. No entanto, em River City, no tradicional estado americano de Iowa, ele se apaixona por uma bibliotecária e professora de piano, que poderá por fim aos seus dias de golpista. <em>The Sadder But Wiser Girl</em> resume a personalidade do protagonista <em>Professor Harold Hill</em> e suas intenções com <em>Marian</em>. No vídeo, a versão de <strong>Robert Preston</strong>, do filme de 1962.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>5. <em>On The Street Where You Live</em> e <em>I&#8217;ve Grown Accostumed To Her Face</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>My Fair Lady</em> (1956)</p>
<p style="text-align: justify;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/YtbFwWkB4b8" height="385" width="615" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/8RBo7tTC7pw" height="385" width="615" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/CPhsR0T_cjA" height="385" width="615" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">Baseado no <em>Pygmalion</em> (<em>Pigmalião</em>) de <strong>Bernard Shaw</strong>, <em>My Fair Lady</em> é outro clássico da Era de Ouro dos musicais. E outro clássico a fazer passagem pelo Brasil, com duas produções nacionais. Uma franqueada em 1962 com a eterna <strong>Bibi Ferreira</strong> e outra em 2007, com direção do genial <strong>Jorge Takla</strong>. O musical de Lerner &amp; Loewe conta a história de <em>Eliza Doolittle</em>, uma vendedora de flores que esbarra com o <em>Professor Henry Higgins</em>, um especialista em fonética que, ao se deparar com o forte e empobrecido sotaque da jovem, aposta que em seis meses pode transformá-la numa dama da alta sociedade. O musical estreou na Broadway em 1956 com <strong>Rex Harrison</strong> e <strong>Julie Andrews</strong> e permaneceu mais de seis anos em cartaz, um recorde na época. A produção do West End estreou em 1958 e contou com os protagonistas originais. A produção britânica fez temporada de cinco anos e meio. Para a versão cinematográfica, Julie Andrews foi desconsiderada pois não tinha experiência no cinema, perdendo o papel para <strong>Audrey Hepburn</strong> que teve sua voz cantada dublada, causando polêmica e frustração entre os que queriam ver o talento de Julie também na telona. Mas como o mundo dá voltas, no mesmo ano de 1964, Julie Andrews fez sua estréia no cinema com o filme <em>Mary Poppins</em> e ganhou um Oscar por sua atuação, concorrendo com a própria Audrey Hepburn e sua <em>Eliza</em>. No primeiro vídeo, <strong>Jeremy Brett</strong> (dublado por <strong>Bill Shirley</strong>) como <em>Freddy</em> em cena extraída do filme de 64 e, no segundo, &#8216;nosso&#8217; <em>Freddy</em> <strong>Frederico Silveira</strong>, na montagem nacional. No terceiro vídeo, Rex Harrison que também originou o papel de <em>Higgins</em> na Broadway, ao lado de Julie. Para ver fotos da montagem brasileira de 1962, acesse <a href="http://www.funarte.gov.br/brasilmemoriadasartes/acervo/foto-carlos/my-fair-lady-em-versao-nacional/" target="_blank">AQUI</a> o site da Funarte.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4. <em>Edelweiss</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>The Sound Of Music</em> (1959)</p>
<p style="text-align: justify;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/jX8q0gjg-rg" height="385" width="615" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/81Vzxng5iNA" height="385" width="615" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/PCmzJmcnnvM" height="385" width="615" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">O último musical criado pela dupla <strong>Richard Rodgers</strong> &amp; <strong>Oscar Hammerstein II</strong> é um clássico e já passou por terras brasileiras, angariando fãs que ainda clamam pela volta do musical, dirigindo aqui também por Möeller e Botelho. As memórias de <em>Maria Von Trapp</em>, a matriarca da família, inspiraram em 1956 um filme alemão intitulado <em>The Trapp Family</em>, que, por sua vez, inspirou o musical. Pouco foi alterado da história real e, com tantos elementos que integravam uma forte história à trilha impecável de Rodgers &amp; Hammerstein II, <em>The Sound Of Music</em> (<em>A Noviça Rebelde</em>) não precisou de grandes efeitos para conquistar seu público e chegou ao topo do sucesso por sua simplicidade despretensiosa. É quando nos deparamos com musicais como <em>The Sound Of Music</em> é que lembramos que o objetivo principal no teatro musical é contar a história&#8230; Uma bela, forte e bem amarrada história. E segundo os críticos da época, os produtores tinham em mãos uma das mais belas histórias já escritas, enlaçando família, amor, crianças e a loucura nazista em meio a Segunda Guerra Mundial. <em>The Sound Of Music</em> já teve incontáveis remontagens ao redor do mundo, além de um revival na Broadway e dois revivals no West End. O filme de 1965 ganhou 5 Oscars, entre eles o de Melhor Filme e Melhor Trilha. Oscar Hammerstein II não chegou a ver tamanho sucesso de sua obra; ele faleceu cerca de nove meses após a estréia original do musical. <em>Edelweiss</em> é apenas mais uma música de gigante sucesso que o musical lançou e, devido ao sucesso da obra, muitos espectadores passaram a acreditar que a canção era uma velha música austríaca ou até mesmo o hino nacional da Áustria. A verdade é que <em>Edelweiss</em>, composta pela dupla, foi a última letra escrita por Hammerstein II antes de sua morte e soa como um adeus, não apenas de um capitão despedindo-se de sua amada pátria, mas de um gênio ímpar despedindo-se daquilo que desde de <em>Showboat</em> (1927), ele nos ensinou como ninguém a fazer: teatro musical. Nos vídeos, três versões distintas: a original de 1959, a do filme de 1965 e a brasileira, de 2009, com o galã <strong>Saulo Vasconcelos</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3. <em>Luck Be A Lady</em> e <em>More I Cannot Wish You</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Guys &amp; Dolls</em> (1950)</p>
<p style="text-align: justify;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/6W9QJe4BgPo" height="385" width="615" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/xVlQXvrWC_A" height="385" width="615" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/iaHoOgT9vfk" height="385" width="615" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">E tem mais <strong>Frank Loesser</strong> na lista! E a medalha de bronze fica para talvez o musical mais conhecido de Loesser: <em>Guys &amp; Dolls</em>. Jogatina, noivado de 14 anos que não vira casamento, Exército da Salvação, Nova Iorque, Havana, apostas no jogo e no amor. Baseado em dois curtos contos de <strong>Damon Runyon</strong>, um expert em retratar os típicos personagens da Nova Iorque dos anos 30, 40 e 50, o musical foi um sucesso de público e crítica e vem angariando espectadores a cada remontagem. Além da produção original de 1950, que ficou dois anos em cartaz, <em>Guys &amp; Dolls</em> teve 4 produções britânicas, 3 revivals no New York City Center, 3 revivals na Broadway e outras incontáveis montagens amadoras e profissionais, muitas vezes sob forma de concerto. A produção de 1950 ganhou os cinco Tony Awards das cinco indicações que recebeu, entre elas a de Melhor Musical. A produção de 1992 também ganhou o prêmio por Melhor Revival de Musical. Em 1955, um filme foi lançado, tendo como protagonistas <strong>Marlon Brando</strong> e <strong>Frank Sinatra</strong>, que, apesar de não se gostarem, garantiram o sucesso da versão. No filme, <em>More I Cannot Wish You</em> é apenas ouvida na trilha incidental, mas <em>Luck Be A Lady</em> foi e ainda é o carro-chefe da obra. Em 2006, <em>Guys &amp; Dolls</em> ocupou a 23ª posição dos melhores filmes musicais de todos os tempos. No início desse ano, a Fox anunciou que adquiriu os direitos para um remake do filme, ainda sem previsão de estréia. No primeiro vídeo, <strong>Peter Gallagher</strong> como <em>Sky</em> no Revival de 1992. No segundo vídeo, a emblemática cena do filme, com o galã Marlon Brando (Sim, ele não cantava bem, mas quem liga?) no papel de <em>Sky</em> no filme de 1955. No terceiro vídeo, a doçura de <strong>John Carpenter</strong> como o avô <em>Arvide</em>, também no Revival de 1992. <em>Guys &amp; Dolls</em> foi eleito o vencedor do prêmio Pulitzer na categoria Drama em 1951, porém a entrega do prêmio foi vetada naquele ano por problemas judiciais (<em>Of Thee I Sing</em> de <strong>George Gershwin</strong> e <strong>Ira Gershwin</strong> foi o primeiro musical a receber o prêmio em 1932).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> 2. <em>Goodbye Old Girl</em> e <em>Those Were The Good Old Days</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Damn Yankees</em> (1955)</p>
<p style="text-align: justify;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/YTs7GWr7URM" height="385" width="615" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/9CfZ_M5xoqM" height="385" width="615" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/rxp7MvhkNmM" height="385" width="615" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">A velha história de vender a alma para o diabo para que seu time vença a final de um campeonato ganha uma novo patamar aqui. No musical de <strong>George Abbott</strong> e <strong>Douglas Wallop</strong>, com música e letras de <strong>Richard Adler</strong> e <strong>Jerry Ross</strong>, <em>Joe</em>, um senhor de meia idade, fanático por baseball, mas fã de um time que não vence uma partida sequer, sonha com o dia em que o maldito <em>Yankees</em> (time nova-iorquino campeão) será derrotado por seu pobre e desiludido <em>Senators</em>. A situação é tão caótica que <em>Joe</em> proclama que venderia sua alma para que tal evento pudesse acontecer. É aí que entra o <em>Sr. Applegate</em>, o diabo em pessoa, e propõe transformar <em>Joe</em> em um jovem rebatedor que vai garantir a vitória do <em>Senators</em>. O homem aceita a proposta e se despede de sua amada esposa <em>Meg</em> com <em>Goodbye Old Girl</em>. No entanto, <em>Joe</em> sente tanta falta de sua esposa, que mesmo jovem, aproxima-se dela e, temendo que o trato seja desfeito, <em>Applegate</em> manda a fogosa <em>Lola</em> (sua assistente, disfarçada como a dançarina sulamericana <em>Lolita Banana</em>) para seduzir o jovem campeão. Mesmo assim, a tática não parece funcionar e é durante a hilária <em>Those Were The Good Old Days</em> que o diabo confessa que antigamente era muito mais fácil conseguir almas para o seu quentinho inferno. O final (Cuidado, alerta de spoiler!) é típico de uma comédia musical e mostra que o amor vence até mesmo as forças mais demoníacas. Em 1958, foi lançada a versão para as telonas do musical, que contou com a presença de todos os atores que originaram os papéis principais na Broadway, com exceção do jovem <em>Joe</em>. <em>Damn Yankees</em> ganhou sete das nove indicações ao Tony Awards, incluindo Melhor Musical, Melhor Ator (<strong>Ray Walston</strong>), Melhor Atriz (<strong>GwenVerdon</strong>) e Melhor Coreografia (<strong>Bob Fosse</strong>). O musical chegou ao West End em duas ocasiões: 1957 e 1997. Em 1967, a rede americana NBC exibiu um especial e em 1994, o primeiro revival do musical na Broadway sofreu severas alterações. Em 2008, a série <em>Encores!</em> do New York City Center apresentou a obra de forma mais fiel à produção original. Existem boatos de que um remake será produzido com <strong>Jim Carrey</strong> no papel do demoníaco <em>Applegate</em>. No primeiro vídeo, <strong>Robert Shafer</strong> em cena do filme de 1958. No segundo vídeo, <strong>Ray Wilston</strong> para o álbum original do musical em 1955. E no terceiro vídeo, a maestria de <strong>Sean Hayes</strong> para o especial da série <em>Encores!</em> de 2008.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1. <em>Something&#8217;s Coming</em> e <em>Maria</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>West Side Story</em> (1957)</p>
<p style="text-align: justify;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/Rux2CkLWvcQ" height="385" width="615" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/Tgy0uUTu8wc" height="385" width="615" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/3M_lzZ2t5ng" height="385" width="615" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">Medalha de ouro para <em>West Side Story</em>! Apesar de <em>Something&#8217;s Coming</em> e <em>Maria</em> serem as músicas mais cantadas (juntamente com a nossa 5ª posição) por candidatos em audições para musicais aqui no Brasil e em todos os outros países do globo (fica a dica&#8230; pra não cantar! Ache material inédito e surpreenda sua banca), essa colunista que vos fala não conseguiria ter um sono tranquilo se não honrasse o tamanho da obra nessa humilde, porém justa lista. O musical conseguiu reunir um time ultra estelar de criadores, sendo o libretto de <a href="http://mrzieg.com/2012/05/um-ano-sem-arthur-laurents/" target="_blank"><strong>Arthur Laurents</strong></a>, a música de <strong>Leonard Bernstein</strong>, letras do então novato <strong>Stephen Sondheim</strong> e coreografia e concepção de <strong>Jerome Robbins</strong>. A base da trama é a história de amor mais conhecida de todos os tempos: <em>Romeu e Julieta</em> de <strong>William Shakespeare</strong>. Porém, a localização é o Upper West Side de Nova Iorque, o período é década de 1950 e a inimizade mortal é entre os latinos e americanos polacos. No lugar de <em>Romeu</em>, entra <em>Tony</em>. No lugar de <em>Julieta</em>, assume <em>Maria</em>. E na trilha irretocável, mais de 20 clássicos imortalizados. 41 personagens com nome, background e conexão direta com os personagens da obra do dramaturgo britânico. Um filme em 1961, vencedor de 10 Oscars e o segundo na lista de melhores filmes musicais de todos os tempos (a primeira posição é ocupada por <em>Singin&#8217; In The Rain</em>). Incontáveis produções profissionais e amadoras, entre revivals, produções nacionais, internacionais e regionais. Uma das trilhas mais regravadas por artistas de todo o mundo. E uma nova data a ser lembrada pela História do teatro musical, depois de 1866 com <em>The Black Crook</em>, 1927 com <em>Showboat</em> e 1943 com <em>Oklahoma!</em>. <em>West Side Story</em> é a perfeita descrição de um <em>book musical</em>, a perfeita síntese do teatro musical contemporâneo e o coração da Era de Ouro da Broadway. No primeiro vídeo, <strong>Richard Beymer</strong> (dublando a voz de <strong>Jimmy Bryant</strong>) em cena extraída do filme de 1961. No segundo vídeo, apesar das imagens mostradas serem do filme, a gravação é de <strong>Larry Kert</strong>, o <em>Tony</em> original. E no terceiro vídeo, nosso brasileiríssimo amado <strong>Frederico Silveira</strong>, protagonista impecavelmente escalado para praticamente todos os musicais clássicos montados em terras tupiniquins. A montagem nacional foi dirigida por <strong>Jorge Takla</strong> em 2008.</p>
<p style="text-align: justify;">Seguem os lindíssimos <span style="text-decoration: underline;"><em><strong>bonus tracks</strong></em></span> que também merecem nossa atenção e, principalmente, nossa audição:</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>You&#8217;re So Beautiful That&#8230;</strong></em> &#8211; <em>Top Banana</em> (1951)</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>I&#8217;ll Buy You A Star</strong></em> &#8211; <em>A Tree Grows In Brooklyn</em> (1951)</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Wish You Were Here</strong></em> &#8211; <em>Wish You Were Here</em> (1952)</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Every Street&#8217;s A Boulevard In Old New York</strong></em> &#8211; <em>Hazel Flagg</em> (1953)</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Fate</strong></em> &#8211; <em>Kismet</em> (1953)</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>No Other Love</strong></em> &#8211; <em>Me And Juliet</em> (1953)</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>It Feels Good</strong></em> &#8211; <em>Me And Juliet</em> (1953)</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Alone Too Long</strong></em> &#8211; <em>By The Beautiful Sea</em> (1954)</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Hey There</strong></em> &#8211; <em>The Pajama Game</em> (1954)</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>The Man I Used To Be</strong></em> &#8211; <em>Pipe Dream</em> (1955)</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Young And Foolish</strong></em> &#8211; <em>Plain &amp; Fancy</em> (1955)</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>All Of You</strong></em> &#8211; <em>Silk Stockings</em> (1955)</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>I Met A Girl</strong></em> &#8211; <em>Bells Are Ringing</em> (1956)</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Too Close For Comfort</strong></em> &#8211; <em>Mr. Wonderful</em> (1956)</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Look At &#8216;Er</strong></em> &#8211; <em>New Girl In Town</em> (1957)</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>The Best Of What This Country&#8217;s Got</strong></em> &#8211; <em>Whoop-Up</em> (1958)</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>All I Need Is The Girl</strong></em> &#8211; <em>Gypsy</em> (1959)</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Little Green Snake</strong></em> &#8211; <em>Take Me Along</em> (1959)</p>
<p style="text-align: justify;">Nos vemos nos solos femininos da década de 1950. Já adianto que foi a lista mais difícil já feita&#8230; até agora!</p>
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		<title>Ray Bolger mostra seu &#8216;ad lib&#8217; na Ziegpedia</title>
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		<pubDate>Tue, 14 May 2013 23:30:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sir Erik</dc:creator>
				<category><![CDATA[Zieg Doc]]></category>
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		<category><![CDATA[Broadway]]></category>
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		<description><![CDATA[Ray Bolger, imortalizado nos cinemas ao interpretar o Espantalho no filme O Mágico de Oz ao lado de Judy Garland, originalmente foi escalado para interpretar o Homem de Latas. Mas Bolger pediu insistentemente que a escalação[...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Ray Bolger</strong>, imortalizado nos cinemas ao interpretar o <em>Espantalho</em> no filme <em>O Mágico de Oz</em> ao lado de <strong>Judy Garland</strong>, originalmente foi escalado para interpretar o <em>Homem de Latas</em>. Mas Bolger pediu insistentemente que a escalação fosse trocada pois o seu ídolo de infância, o ator americano <strong>Fred Stone</strong>, havia originado o papel do espantalho na montagem da Broadway de 1903. Assim, <strong>Buddy Ebsen</strong>, originalmente escalado como o espantalho, trocou de papel com Bolger.</p>
<p class="mceTemp" style="text-align: justify;">Aparentemente, a devoção ao seu ídolo foi o que trouxe a imortalidade a Bolger (e foi quase fatal para Ebsen). A maquiagem criada para o <em>Homem de Latas</em> continha pó de alumínio que, a cada aplicação, ia se depositando nos pulmões de Ebsen, que também teve uma reação alérgica que culminou em sua hospitalização. <strong>Jack Haley</strong> foi contratado para substituí-lo e a maquiagem foi trocada. Curiosamente, na versão final do filme, ainda pode-se escutar a voz de Ebsen durante as reprises de <em>We&#8217;re off to see the Wizard</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Você sabia que, antes do <em>Espantalho</em>, Ray Bolger fez muito sucesso na Broadway? Seus movimentos flexíveis e sua habilidade de dançar <em>ad lib</em> lhe renderam muitos papéis principais na década de 30, chegando a receber um Tony. Quer saber mais sobre a carreira de Ray Bolger ou descobrir o significado de <em>ad libitum</em>? A Ziegpedia te ajuda!</p>
<div id="attachment_14579" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><a href="http://mrzieg.com/wp-content/uploads/2013/05/Ray-Bolger.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-14579" alt="Ray Bolger" src="http://mrzieg.com/wp-content/uploads/2013/05/Ray-Bolger-150x150.jpg" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Ray Bolger</p></div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ray Bolger (1904-1987):</strong> Filho de um pintor de paredes, o ator e dançarino americano <strong>Raymond Wallace Bolger </strong>descobriu o que queria fazer da vida quando viu o ator <strong>Fred Stone</strong> nos palcos de Boston, onde morava. Ele começou como dançarino no <em>vaudeville</em>, e seu estilo de dança <em>ad lib</em> solto e flexível logo o levou à Broadway, onde estreou em 1926 com o musical <em>The Merry World</em>. Em 1936 assinou com a <strong>MGM</strong> e estreou interpretando a si mesmo no filme <em>Ziegfeld &#8211; O Criador de Estrelas</em>. Seu personagem mais famoso foi o <em>Espantalho</em> no clássico <em>O Mágico de Oz</em> de 1939. Na década de 40 ele se dividiu entre os palcos da Broadway e as telas do cinema, ele voltou a trabalhar em <strong>Judy Garland</strong> em 1946 no filme <em>As Garçonetes de Harvey</em> e recebeu um Tony em 1949 por representar o papel título no musical <em>Where&#8217;s Charlie?</em>, reprisando este papel em 1951 no Revival e em 1952 na adaptação cinematográfica que no Brasil ficou conhecida como <em>A Tia de Carlitos</em>. Ele continuou trabalhando ativamente no cinema, na televisão e nos palcos até 3 anos antes de sua morte, em 1987.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ad Libitum:</strong> Comumente abreviado para <em>ad lib</em> tem origem no latim e significa &#8220;livremente&#8221;. Normalmente se refere a um improviso. Quando aparece numa partitura, pode ter vários significados como, por exemplo, dando ao intérprete a liberdade de tocar a música no andamento desejado, mas sem alterar a melodia. Uma repetição <em>ad libitum</em> significa que um trecho da música deve ser repetida quantas vezes o intérprete desejar. No teatro o termo descreve momentos em que o ator deve falar o que o personagem falaria, mas utilizando palavras que não estão escritas no roteiro, comum em cenas mais dramáticas e sendo a base do teatro de improviso.<i><br />
</i></p>
<p style="text-align: justify;">
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